sábado, 30 de outubro de 2010

Plano Mental


Quanto ao plano mental, há também nele duas grandes regiões. A primeira integrada pelos quatro primeiros subplanos, mais densos, é chamada de nível concreto, e é com essa substância que se constitui o corpo mental inferior. A segunda região é composta pela substância dos três primeiros subplanos superiores. É com essa substância que se constrói o corpo mental superior.

CORPO MENTAL INFERIOR.

O corpo mental inferior é formado pela: Mente Instintiva também conhecida por Instinto, Mente Subjetiva, Sub-Consciente ouInconsciente.

É a sede onde na intimidade do homem, permanecem em estado latente as paixões, emoções, sensações, os apetites, instintos, sentimentos, impulsos e desejos da natureza grosseira e violenta, porque são provindos da época de sua formação animal. Cabe ao homem disciplinar e dominar essas forças vivas que herdou da “fase animal” e lhe fazem pressão interior. Deve examinar-lhes as ações intempestivas, os impulsos sub-reptícios e submetê-los ao raciocínio superior.

É certo que a fome, a sede ou o desejo sexual animal são anseios justos e imprescindíveis, que a Mente Instintiva transmite ao homem para prosseguir ativos no plano físico. No entanto, apesar dessa justificativa, o homem se evangeliza mais cedo, quando se torna frugal, abstêmio e de continência sexual, porque tais práticas, além do limite fixado pelas necessidades humanas, terminam por escravizar o homem aos grilhões da vida inferior animal.

A brutalidade, malícia, a violência, a desforra, a astúcia ou a voracidade, embora sejam qualidades louváveis e necessárias á sobrevivência, do animal sob a direção da Mente Instintiva, hão de ser um grande mal, quando a serviço do homem, que já possui o discernimento superior do raciocínio.

Isto é um bem necessário e justificável praticado entre os animais; mas, é um mal, quando usado pelo homem. Daí, a curiosa identificação de alguns pecados com certos tipos de animais, como: atraição é instinto do tigre; a perfídia é da cobra; o orgulho é dopavão; a glutonice é do porco; a crueldade é da hiena, oegoísmo é do chacal; a libidinosidade do macaco; a fúria é dotouro; a brutalidade é do elefante e a astúcia é da raposa.

A Mente Instintiva é a manifestação Cósmica mais elementar, operando nos mundos planetários, pois a sua primeira atuação é no reino mineral, onde dá forma aos cristais. Do reino mineral, a sua atividade se amplia para o reino vegetal, motivo porque as plantas já demonstram uma instintiva inteligência, como no fenômeno do tropismo, no processo de fecundação, germinação, crescimento e no processo de ciladas mortais usadas pelas espécies carnívoras para devorar os insetos. Depois em sentido cada vez mais ascendente, ela elabora e coordena o reino animal, onde sua interferência valiosa prepara os rudimentos do equipo carnal para servir ao homem futuro.

No homem, ela em sua sabedoria instintiva, orienta e controla todos os atos humanos, que podem ser executados sem a atenção do consciente, pois toda experiência ou conhecimento acumulado é o resultado do desenvolvimento desde o reino mineral, vegetal e animal, transformando-se no alicerce para o homem firmar-se na conquista dos planos superiores.

É graças a ação da Mente Instintiva, que ensinou as espécies animais a fazerem as coisas necessárias para a sua sobrevivência e progresso, a transformação dessas experiências vividas em ações autômatas, e as arquiva, como “tarefas-modelos” para, mais tarde, servirem ao homem sem necessidade de consultar o intelecto ou gastar as energias do raciocínio. Por isso o homem não precisa pensar para andar, respirar, digerir ou crescer, nem para outras múltiplas atividades do organismo, como produção e separação de células, de lesões orgânicas, defesas contra vírus, obliteração de vasos sanguíneos ou formação de cicatrizes protetoras.

A Mente Instintiva é o arquivo dos aprendizados por toda a vida, para serem consultados no momento necessário e utilizados, sem precisar consultar o intelecto mediante a necessidade de realizar uma operação já aprendida, como na execução de uma música, no ato de dirigir um veículo, de escrever. A Mente Instintiva se encarrega de recordar ao homem seu aprendizado anterior.

Inconsciente é o nome que damos á porção de nossa memória multimilenar que guarda os registros do passado, desta e de outras vidas. Fica bloqueada temporariamente, em sua maioria, para que possamos suportar as vivências do hoje, sem nos desequilibrar com a carga de lembranças. A evolução vai dilatando a consciência e permitindo-lhe ter acesso cada vez maior a esse território interior, até o momento em que o presente e o passado se emendam, e o espírito então é senhor de todo o seu mundo interno: tudo passa a ser consciente, na claridade de sua memória sideral completa.

CORPO MENTAL SUPERIOR.

O Corpo Mental Superior ou Causal é formado pela Mente Intelectiva também conhecida por Intelecto, Consciente ouMente Objetiva, e pela Mente Espiritual, também conhecida por Super-Consciente.

A Mente Intelectiva é responsável pelo raciocínio. É princípio mental que distingue o homem do bruto; o seu aparecimento marca um grande avanço na senda da realização do espírito lançado na matéria. É raciocínio frio. Funciona entre a Mente Instintiva, que tenta atrair o ser para o nível inferior dos brutos, e a Mente Espiritual, que prodigaliza as noções sublimes da vida superior dos espíritos puros.

A Mente Espiritual é responsável, pelos mais sublimes desejos e pensamentos nobres, que atualmente se manifesta em pequeno número de criaturas. É senda para a Intuição Pura. As aspirações e as meditações puras e sublimes proporcionam ao homem, a posse cada vez mais ampla e permanente, do conteúdo angélico da Mente Espiritual; e o ego humano capta, no seu mundo assombroso, os conhecimentos mais incomuns, através da intuição pura.

A Mente Espiritual, cuja ação se exerce através do chacra Coronário, ainda é patrimônio de poucos homens, os quais se sentem impelidos por desejos, aspirações e sonhos cada vez mais elevados, crescendo, sob tal influência sublime, para maior intimidade e amor com o plano Divino. Ela nutre a confiança nos motivos elevados da existência e alimenta a Fé inabalável no âmago de ser, enfraquecendo as forças atrativas do domínio animal e acelerando as forças íntimas do espírito imortal.

A Mente Instintiva é o passado, a Mente Intelectiva é o que deve ser processado no presente e a Mente Espiritual é oporvir.”

No curso da evolução nos mundos inferiores, o espírito introduz em seus veículos qualidades que são indesejáveis para seu progresso, como a irritabilidade, o orgulho e sensualidade. Estas se mostram como vibrações nos vários corpos, uma vez que são vibrações inferiores dos campos vibracionais do astral, do etérico e do físico, não podendo afetar o Corpo Mental Superior que é formado exclusivamente da matéria superior dos mundos mentais.

O Corpo Mental Superior, somente pode sofre influências das vibrações dos Corpos Astral e Mental Inferior, através de vibrações que representam boas qualidades. O espírito somente poderá registrar no Corpo Mental Superior, altas vibrações, próprias dos bons pensamente e ações enobrecedoras. Vibrações baixas, próprias das ações que empobrece o espírito, não se fixam no Corpo Mental Superior, devido este não possuir matéria similar na qual possam ser registradas ações de baixa freqüência. As vibrações baixas são armazenadas no Corpo Mental Inferior, refletindo nos Corpos Etérico e Físico.

Somente o complexo etérico, astral e mental inferior, pode ser desdobrado, por meio da técnica apométrica. As energias do espírito imortal no nível vibratório, do corpo mental superior, não está dividido em níveis nem sub-níveis, pois são únicas, e nesse plano mental abstrato, não há traumas ressonantes de vidas passadas. Há sim uma irradiação perene do Eu Superior, que impulsiona a centelha espiritual aos planos búdico e átmico, para que fatalmente o espírito um dia possa entrar nas paragens angélicas.

Obras Consultadas:

O Evangelho á Luz do Cosmo – Ramatís – Médium Ercílio Maes – Cap. A Túnica Nupcial – Pág. 245 a 278.

Sob a Luz do Espiritismo – Ramatís – Médium Ercílio Maes – Cap. 1 – A Mente – Pág. 147 á 161.

Chama Crística – Ramatís – Médium Norberto Peixoto – Cap. Divina Chama da Verdade – Pág. 60 a 64.

Vozes de Aruanda – Ramatís – Médium Norberto Peixoto – Cap. Percepções supraconscientes Pág. 172 á 193.

Jardim dos Orixás – Ramatís – Médium Norberto Peixoto – Cap. Desdobramentos Grupais na Apometria – Pág. 173 e 174.

GRUPO RAMATÍS – GRAE-C.A.

A prece de caritas e sua história


Deus, nosso Pai, que sois todo Poder e Bondade, dai a força àquele que passa pela provação, dai a luz àquele que procura a verdade; ponde no coração do homem a compaixão e a caridade! Deus, Dai ao viajor a estrela guia, ao aflito a consolação, ao doente o repouso. Pai, Dai ao culpado o arrependimento, ao espírito a verdade, à criança o guia, e ao órfão o pai! Senhor, que a Vossa Bondade se estenda sobre tudo o que criastes. Piedade, Senhor, para aquele que vos não conhece, esperança para aquele que sofre. Que a Vossa Bondade permita aos espíritos consoladores derramarem por toda a parte, a paz, a esperança, a fé. Deus! Um raio, uma faísca do Vosso Amor pode abrasar a Terra; deixai-nos beber nas fontes dessa bondade fecunda e infinita, e todas as lágrimas secarão, todas as dores se acalmarão. E um só coração, um só pensamento subirá até Vós, como um grito de reconhecimento e de amor. Como Moisés sobre a montanha, nós Vos esperamos com os braços abertos, oh Poder!, oh Bondade!, oh Beleza!, oh Perfeição!, e queremos de alguma sorte merecer a Vossa Divina Misericórdia. Deus, dai-nos a força para ajudar o progresso, afim de subirmos até Vós; dai-nos a caridade pura, dai-nos a fé e a razão; dai-nos a simplicidade que fará de nossas almas o espelho onde se refletirá a Vossa Divina e Santa Imagem. Assim Seja.

A prece, denominada De Cáritas, tem sido querida e contritamente orada por várias gerações de espíritas. CÁRITAS era um espírito que se comunicava através de uma das grandes médiuns de sua época - Mme. W. Krell - em um grupo de Bordeaux (França), sendo ela uma das maiores psicografas da História do Espiritismo, em especial por transmitir poesia (que se constitui no ácido da psicografia), da lavra de Lamartine, André Chénier, Saint-Beuve e Alfred de Musset, além do próprio Edgard Allan Poe. Na prosa, recebeu ela mensagens de O Espírito da Verdade, Dumas, Larcordaire, Lamennais, Pascal, e dos gregos Ésopo e Fenelon. A prece de Cáritas foi psicografada na noite de Natal, 25 de dezembro, do ano de 1873, ditada pela suave Cáritas, de quem são, ainda, as comunicações: "Como servir a religião espiritual"e "A esmola espiritual". Todas as mensagens que Mme. W. Krell psicografada em transe, e, que chegaram até n;os, encontram-se no livro Rayonnements de la Vie Spirituelle, publicado em maio de 1875 em Bordeaux, inclusive, o próprio texto em francês (como foi transmitido) da Prece de Cáritas. Extraído publ. EDICEL

domingo, 17 de outubro de 2010

Objetivos do Mediunismo


O mediunismo é um campo de trabalho onde podem florescer,sob a inspiração de Jesus, as mais sublimes expressões de fraternidade. Traço de união entre a Terra e o Céu, por ele cultivará o homem bem intencionado o sentimento do bem e da legítima solidariedade. O Evangelho será, agora e sempre, a base da prática mediúnica. Quanto mais espiritualizado o médium e mais cônscio de sua responsabilidade ante a tarefa sagrada que o Pai Celestial lhe concede, mais rico em possibilidades de engrandecimento da própria alma e de benefício aos desalentados do caminho evolutivo. Daí a necessidade de o medianeiro afeiçoar-se, primordialmente, a um programa de auto-renovação, a fim de que mais eficientemente possa ajudar a si mesmo e aos outros. O mediunismo não é simples acidente na vida humana, mas, sem dúvida, programação superior com vistas à redenção de todas as criaturas. O médium que executa com fidelidade o seu programa de trabalho é feliz viajor que espalha com abundância, nas estradas do próprio destino, a semente dadivosa do amor, que, amanhã, aqui ou em qualquer parte, lhe responderá em forma de flores e frutos. O serviço mediúnico beneficia não só a encarnados e desencarnados, oferecendo-lhes oportunidades de trabalho, como também ao próprio médium, pelas conseqüências advindas do seu devotamento e da sua perseverança. O “médium bom”, pela sua dedicação, constrói no Plano Espiritual Superior preciosos amigos que, a qualquer tempo e em qualquer lugar, lhe serão admiráveis companheiros e instrutores. Através da prática mediúnica ajudamos o esclarecimento daqueles que se preparam, no Espaço, para o retorno à vida física, pela reencarnação. São freqüentes as comunicações em que os Espíritos, depois de agradecerem o amparo recebido, despedem-se comovidos, sob aviso de que “vão reencarnar”, o que evidencia a utilidade da boa prática mediúnica. Encarnados e desencarnados, empenhados no esforço comum de libertação das teias da ignorância, geradora do sofrimento, recebem igualmente, dos núcleos mediúnicos cristãos, valioso auxílio ao próprio reajuste. Os grandes Instrutores da Espiritualidade utilizam-se dos médiuns para a transmissão de mensagens edificantes, enriquecendo o Mundo com novas revelações, conselhos e exortações que favorecem a definitiva integração a programas emancipadores. Tudo isso pode o mediunismo conseguir se o pensamento de Nosso Senhor, repleto de fraternidade e sabedoria, for a bússola de todas as realizações. Não são imprescindíveis, a rigor, valores intelectuais avantajados, os quais, aliás, quando divorciados do sentimento ou mal governados, podem conduzir à presunção e à vaidade. Para o trabalho iluminativo, onde o Bem se expresse na forma de consolação e auxílio, o que menos importa são as posses materiais. Jesus estará sempre em qualquer lugar onde se exalte o Bem e a Sabedoria. E não podia deixar de ser assim, uma vez que o Suave Amigo nos afirmou, incisiva e categoricamente: – “Onde estiverem reunidas duas ou três pessoas em meu nome, eu estarei no meio delas.” Estudando a Mediunidade,Martins Peralva.”

terça-feira, 12 de outubro de 2010


CATIVEIRO DA ALMA

Retirado do Livro: SABEDORIA DE PRETO-VELHO – ROBSON PINHEIRO

Muitas vezes meus filhos julgam que o cativeiro é somente aquele em que os homens, geralmente os brancos, subjugavam negros e a eles impingiam toda sorte de sofrimento, de acordo com o mando do senhor dos escravos.

Quanto engano.

Há tantas formas de cativeiro

O jugo que o homem impõe sobre o outro, tentando oprimir as consciências, espalhando a infelicidade dentro dos corações. O cativeiro das idéias, quando o ser se faz escravo de certos pensamentos, já ultrapassados, ou mesmo das próprias idéias, que nem sempre dignificam quem está com a razão.

Existe a escravidão de um povo, de uma raça, de uma comunidade, de uma família ou de um indivíduo, quando se recusa a seguir o progresso da vida e estaciona no tempo. Mas há também a escravidão daqueles que se julgam sábios, que repetem coisas belas filosofias copiadas de outros e que são incapazes de realizar algo em benefício próprio, como a transformação íntima de suas tendências, seus costumes e idéias, pois se acham escravos de si mesmos.

Na verdade, o cativeiro da escravidão pode ter passado. No entanto, quem sabe Isabel, a princesa, tenha apenas aberto um caminho para que os homens não mais continuassem cativos de seus modismos, medos, ânsias e angústias; de sua pequenez sem sentido?

É preciso que os meus filhos se encarem no espelho. Não naquele espelho no qual costumam olhar-se pela manhã, mas no espelho do eu, na própria alma. Observar se não estão com grilhões atados na mente, na alma ou no coração.

E preciso liberdade. Mas liberdade não é o resultado de um decreto ou de uma assinatura em uma folha de papel. A verdadeira libertação é a da alma, que poderá um dia voar livre como as andorinhas no céu de sua própria vida. Sem grilhões, sem cordas, sem muletas.

É preciso voar e voar alto, dentro de si mesmo.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010


A oração de Francisco de Assis nos fala de paz, amor, perdão, esperança, alegria, fé. Aquele que busca auxílio para vencer as limitações milenares do espírito encontra em suas palavras um verdadeiro roteiro de auto-análise e auto-ajuda. Perguntemos à nossa consciência:

FAZEI-ME INSTRUMENTO DE VOSSA PAZ - Somos instrumento da paz? As pessoas se sentem mais tranqüilas, animadas, felizes, ao nosso lado? Ou a paz se despede no momento em que chegamos?

ONDE HOUVER ÓDIO, QUE EU LEVE O AMOR - Gandhi disse que alguém que atingiu a plenitude do amor é capaz de neutralizar o ódio de milhões. Temos semeado o amor, onde haja o ódio?

ONDE HOUVER OFENSA QUE EU LEVE O PERDÃO - Orientamos aqueles que nos falam em vingança, em mágoa? Explicamos que a mágoa é espinho cravado no peito, que machuca, dói? Orientamos que perdoem para libertarem-se? Ou cravamos em seu peito alguns espinhos a mais?

ONDE HOUVER DISCÓRDIA, QUE EU LEVE A UNIÃO - Somos pacificadores, procuramos unir, ou desunimos ainda mais?

ONDE HOUVER DÚVIDAS QUE EU LEVE A FÉ - Temos coragem para falar de Deus, de Jesus, de seu infinito amor, bondade e justiça?

ONDE HOUVER ERROS, QUE EU LEVE A VERDADE - Alimentamos nossa alma com cultura geral aliada à espiritual, a fim de levarmos a verdade através de nossa palavra e ação? Ou alimentamos a ignorância, a negação pura, a crítica contumaz?

ONDE HOUVER DESESPERO, QUE EU LEVE A ESPERANÇA - Mostramos o lado bom de todas as coisas, apontamos os benefícios gerados pelas situações, acalmamos as almas enfermas pelo desespero?

ONDE HOUVER TRISTEZA, QUE EU LEVE A ALEGRIA - Levamos alegria, tranqüilidade, ou alimentamos a desesperança, a tristeza?

ONDE HOUVER TREVAS, QUE EU LEVE A LUZ - Disse Jesus que não colocássemos a candeia (luz) debaixo do alqueire. Somos luz em meio à escuridão?

FAZEI QUE EU PROCURE MAIS CONSOLAR QUE SER CONSOLADO, COMPREENDER QUE SER COMPREENDIDO, AMAR QUE SER AMADO... POIS É DANDO QUE SE RECEBE, É PERDOANDO QUE SE É PERDOADO, E É MORRENDO QUE SE NASCE PARA A VIDA ETERNA. Francisco de Assis incita-nos a buscar, através da ação e da oração, a superação do egoísmo que nos domina; incita-nos a transformação dos interesses pessoais da alma bruta, nos atos do legítimo cristão. E ao dizer que é morrendo que nascemos para a vida eterna indica-nos que, superadas as encarnações expiatórias, teremos a existência em plenitude nos planos mais altos do infinito, onde habitam os puros espíritos e onde a morte não tem acesso. Com boa vontade, será tão difícil assim?

Baseado em texto da Redação do Momento Espírita. Adaptado por Vânia.